Em muitas culturas ancestrais, bonecas não eram brinquedos. Eram ferramentas espirituais. Eram criações de poder, feitas à mão com elementos naturais, invocadas com cantos, orações e intenção. Chamadas de Spirit Dolls, elas não apenas representavam algo — elas carregavam uma função espiritual real: proteger, revelar, curar, ancorar ou transmutar.
Hoje, esse conhecimento ancestral vem sendo resgatado por muitos caminhos espirituais — da bruxaria ao xamanismo, do esoterismo europeu às tradições afro-indígenas. Porém, nas redes sociais brasileiras, um debate surgiu com força: seria possível usar uma boneca reborn como Spirit Doll?
A resposta responsável, profunda e espiritualizada é: não. Bebês reborn não são e não podem ser Spirit Dolls.
O que é uma Spirit Doll?
Uma Spirit Doll é uma boneca consagrada com intenção espiritual. Ela é feita para ser um portal: um espelho da alma, um guardião do lar, um receptáculo de arquétipos, uma ferramenta de cura ou proteção.
Seu poder vem de três pilares fundamentais:
Intenção espiritual consciente
Materiais naturais alinhados com as forças da Terra
Criação ritualística, feita manualmente com conexão energética
Cada detalhe — da costura à escolha da lã, das ervas aos cristais — é feito com consciência espiritual. É isso que a torna uma Spirit Doll de verdade.
Nem sempre percebemos. Mas quando um novo papa é eleito, não é apenas uma troca de vestes, de rosto, de nome ou de assinatura nos documentos da Igreja. Algo muito maior se move. Algo que atravessa o campo político e toca as camadas mais sutis do mundo. Porque quando o papa muda, o trono espiritual da Terra é ocupado por uma nova emanação vibracional.
O sucessor de Pedro não governa apenas o Vaticano. Ele se torna, simbolicamente, um canal de orientação espiritual para bilhões de pessoas. E esse canal não é neutro — ele carrega um tom, um campo, uma missão. Toda vez que um novo pontífice é escolhido, a egrégora católica mundial se reorganiza, e com ela, as forças que influenciam diretamente a consciência coletiva.
🕊️ O papa como âncora espiritual da humanidade
Se pensarmos espiritualmente, há lugares e pessoas que funcionam como âncoras vibracionais: pontos de sustentação, onde energias elevadas se concentram para manter o equilíbrio do planeta. A cátedra papal é um desses pontos. Ela não é apenas uma cadeira — é um eixo. Um foco de emissão frequencial que se reflete nos campos da fé, da moral, da justiça, do perdão e da compaixão.
Quando um novo papa assume, essa emissão muda de frequência. E tudo ao redor sente. Fiéis, instituições, líderes, religiões, povos inteiros. As falas ganham outro tom. O olhar muda de direção. A doutrina se curva ou se expande. O que antes era tolerado passa a ser revisto. O que era oculto é trazido à tona. Porque o Espírito, ao eleger um novo guardião, reajusta o campo planetário com um novo sopro.
🔄 Mudanças históricas que mudaram o mundo
A história nos mostra que certos pontificados deixaram marcas não apenas na Igreja, mas na alma do mundo:
João XXIII (1958-1963) convocou o Concílio Vaticano II, reformulando a liturgia, abrindo portas ao diálogo com outras religiões e trazendo o sagrado mais próximo da vida cotidiana. Um verdadeiro recalibrador espiritual da Igreja.
João Paulo II (1978-2005), o papa peregrino, foi ponte entre culturas, símbolos e corações. Sua presença uniu nações e fortaleceu valores universais. Sua energia era a do fogo espiritual que queima e ilumina — e o mundo reagiu.
Francisco (2013-2025), com sua simplicidade e ousadia, abriu caminhos para que o amor ao próximo voltasse a ser o centro da mensagem. Trouxe a Terra para dentro do altar, chamando à responsabilidade ecológica e social. Um sopro de ar renovador, que ainda ecoa.
Cada um deles foi mais do que líder: foi arquétipo vivo, encarnando energias específicas para tempos específicos.
🌍 Uma escolha que molda o destino coletivo
Quando os cardeais se recolhem no Conclave, eles não estão apenas decidindo entre nomes. Estão ouvindo — com a alma — qual vibração o mundo precisa agora. Às vezes, o planeta está fragmentado e precisa de alguém que una. Outras vezes, precisa de alguém que confronte. Há momentos de cura, e momentos de revelação. E o céu, ao soprar sobre os eleitores, aponta para aquele cuja alma carrega essa missão.
É por isso que, mesmo antes que o nome seja revelado, a vibração já muda. Pessoas sentem. Animais reagem. Sonhos aumentam. As águas se agitam. O ar carrega outro perfume. A egrégora coletiva responde. Porque, como em todo movimento espiritual, a mudança verdadeira começa no invisível e só depois se torna visível.
✨ O que isso tem a ver com você?
Tudo.
Porque, assim como a Igreja muda com um novo papa, nós também mudamos quando decidimos ocupar nosso próprio trono espiritual. Muitos vivem com esse trono vazio: suas decisões sendo tomadas pelo medo, pela repetição, pelo inconsciente, pelos padrões herdados. E o mundo interior segue emitindo a “fumaça preta” da confusão, da estagnação, da dor.
Mas há um momento em que a alma sussurra: “é hora de escolher de novo”. De sair do impasse. De libertar-se do passado. De renascer em uma vibração mais elevada, mais alinhada com a missão pessoal. Esse momento é sagrado — e pode ser consagrado.
🔮 O Caldeirão da Libertação: um Conclave da Alma
O Caldeirão da Libertação é mais do que um ritual. Ele é um chamado à escolha espiritual mais importante: a de si mesmo. Quando você escreve seu nome para participar, você declara que está pronto para permitir que uma nova luz governe sua vida. Que deseja destronar a dúvida, a dor, o medo — e entronizar a clareza, o amor, a coragem.
O Caldeirão atua como os cardeais em clausura: recolhe, limpa, alinha, escuta o Alto. É um processo profundo de desbloqueio vibracional, com energias de libertação, reestruturação interna e fortalecimento espiritual.
E se você sente que precisa compreender melhor o que sua alma está tentando te dizer, que forças estão influenciando seus ciclos, ou qual direção seguir, agende uma consulta de tarot espiritual. Através dela, você acessa as entrelinhas do seu destino e descobre onde está sua própria fumaça branca.
🌟 O mundo vibra quando uma escolha é feita com alma
Quando o papa muda, o mundo vibra. Quando você muda, sua realidade inteira se transforma. E quando muitas almas se libertam ao mesmo tempo, o planeta se eleva.
Escolher conscientemente é um ato espiritual. Permitir-se mudar é um ato de fé. E inscrever-se para ser transformado é um ato de amor.
Que o novo ciclo que se inicia sobre a Terra, com a escolha de um novo papa, inspire também o nascimento de um novo ciclo dentro de você.
Enquanto multidões se aglomeram na Praça de São Pedro, com olhos erguidos e corações suspensos, uma pequena chaminé transforma-se no oráculo dos nossos tempos. Ela emite, dia após dia, uma fumaça que pode ser preta ou branca. Mas, ao contrário do que parece à primeira vista, não se trata apenas de um código de votação. Trata-se de um dos sinais espirituais mais carregados de simbolismo do mundo contemporâneo.
Quando o céu sobre Roma se tinge de fumaça, o mundo espiritual observa em silêncio. Há mais nesse gesto do que o anúncio de um resultado: há uma revelação. A fumaça que se eleva é a manifestação visível de um processo sagrado que já se desenrolou nas camadas mais profundas da alma coletiva da Igreja.
🖤 Fumaça preta: a sombra antes da luz
A fumaça preta, ou fumus niger, indica que nenhum dos cardeais atingiu os dois terços necessários para se tornar papa. É o símbolo da espera, da não definição, da continuidade do discernimento. Mas, para além disso, é também o arquétipo da noite escura da alma.
É como se o mundo espiritual estivesse ainda sondando os corações. Ainda testando intenções. Ainda lapidando os caminhos. A fumaça negra representa o véu, o silêncio que precede a palavra certa, a gestação antes do nascimento. Ela nos convida a compreender que, muitas vezes, a ausência de resposta é, por si só, uma resposta superior.
Essa fumaça nos lembra que nem toda demora é negativa. Na dimensão espiritual, o tempo da alma não se curva à urgência humana. Quando o Espírito ainda não soprou com clareza, o silêncio se prolonga. E com ele, a preparação continua.
🤍 Fumaça branca: o selo da decisão espiritual
E então, sem aviso, o ar se transforma. Da mesma chaminé, agora surge uma fumaça branca, ou fumus albus. O povo vibra. Os sinos repicam. O mundo sabe: um novo papa foi escolhido. Mas espiritualmente, o que isso realmente significa?
A fumaça branca é muito mais do que um sinal externo. Ela é, na linguagem da alma, a exalação da presença divina. É o sopro que se tornou forma. O acordo entre o Céu e a Terra. Quando ela surge, é como se um ciclo se fechasse no plano sutil — um ponto de equilíbrio foi alcançado. Um nome emergiu não apenas pela lógica dos homens, mas pela inspiração que flui de camadas elevadas do ser.
Muitos espiritualistas enxergam esse momento como um batismo atmosférico. A fumaça branca não apenas anuncia, ela consagra. Ela sela, diante dos olhos do mundo, um pacto entre o espiritual e o material. É o início de um novo ciclo vibracional que, como ondas concêntricas, se espalha pelo planeta.
🔮 Entre sombras e revelações: a fumaça como símbolo da alma coletiva
É impossível ignorar a beleza arquetípica da fumaça. Ela sobe, espirala, se dissolve. Ela não pode ser contida. Ela não tem forma fixa. Assim também é o Espírito: livre, sutil, impermanente. O mundo espiritual utiliza elementos como esse para se expressar. E por isso, a fumaça se torna um espelho do momento coletivo.
A fumaça preta mostra-nos que ainda há dúvida, ego, resistência, ou que o tempo certo ainda não chegou. A fumaça branca revela que houve entrega, escuta, alinhamento. É a visualização simbólica da transição interna dos cardeais, e da própria Igreja.
No fundo, todos nós passamos por nossos próprios Conclaves pessoais. Momentos em que nos trancamos em dúvida. Esperamos por um sinal. Queremos uma escolha clara. Mas enquanto nossa alma ainda resiste, a fumaça que emitimos ao mundo é escura — confusa, hesitante, inconstante. Só quando nos alinhamos verdadeiramente com o que o Alto quer de nós, nossa fumaça interna se torna branca — e tudo flui.
🌬️ O Caldeirão e a fumaça espiritual
O Caldeirão da Libertação é uma resposta direta a esses processos. Ele foi criado para acolher aqueles que vivem momentos de impasse interior, situações onde a alma emite fumaça preta, e não se vê saída, clareza ou direção. É um ritual espiritual profundo que atua na liberação de amarras, na dissolução de resistências vibracionais e na reorganização energética da vida.
Assim como o Conclave busca um nome inspirado por forças maiores, o Caldeirão busca despertar em cada pessoa a sua própria centelha inspirada — aquela parte que sabe, que sente, que já carrega a sabedoria divina, mas que muitas vezes está sufocada por dúvidas, culpas, padrões e dores antigas.
Através do ritual coletivo e da condução mágica do Caldeirão, um campo de luz é aberto para que a fumaça branca se manifeste. Não nos céus de Roma, mas no céu interno de cada ser. Porque não há vitória externa sem pacificação espiritual. E não há escolha correta sem liberação vibracional.
✉️ Escreva sua decisão ao céu
Se você sente que chegou o momento de parar de emitir fumaça preta — de indecisão, bloqueio, atraso, repetição — e deseja consagrar um novo ciclo, inscreva seu nome no Caldeirão da Libertação.
Se preferir orientação pessoal e leitura espiritual dos caminhos que a sua alma já sinaliza, marque sua consulta de tarot espiritual pelo e-mail: 📩 contato@madamemargot.com.br
Que a sua fumaça seja branca. Que sua alma diga sim. Que o mundo reconheça: a luz voltou a brilhar no trono do seu destino.
Quando o trono de Pedro fica vazio, o mundo espiritual se recolhe.
Os sinos silenciam. Os altares se recolhem. Os corações entram em oração. É como se uma pausa cósmica se instalasse sobre a Terra — um intervalo sagrado entre o que foi e o que virá. E então, no coração do Vaticano, começa um dos rituais mais velados, simbólicos e espiritualmente potentes de nossa civilização: o Conclave.
Muito além da política ou da tradição, o Conclave é um ato de escuta do invisível. Um momento em que os homens se recolhem para ouvir Deus. Um chamado que não nasce da lógica ou do consenso, mas do toque sútil do divino — o mesmo toque que, segundo a tradição, se manifesta como sopro do Espírito Santo sobre os cardeais reunidos em clausura.
🔐 Clausura: onde o humano se silencia e o sagrado pode falar
A palavra “Conclave” vem do latim cum clave — “com chave”. E não por acaso. Os cardeais literalmente entram em clausura, trancados na Capela Sistina e alojados na Casa Santa Marta. Sem celulares. Sem televisão. Sem contato externo. Apenas com suas consciências, seus votos, e as orações que os cercam.
Esse isolamento, por vezes incompreendido, é um ato de purificação. É necessário se afastar do mundo para compreender o que o mundo realmente precisa. É preciso silenciar para ouvir o que não se diz. A clausura é uma cápsula temporal e espiritual onde os ruídos do ego não têm lugar. Não há títulos, vaidades ou protagonismos. Apenas homens diante do altar, pedindo luz para escolher aquele que ocupará a cátedra do Cristo.
Cada cardeal carrega dentro de si sua história, seus desejos, sua visão de fé. Mas ali, dentro da Sistina, tudo isso precisa ser deposto. O verdadeiro Conclave começa quando o último dos argumentos humanos se rende à escuta espiritual.
🕯️ Votação: um ritual entre a Terra e o Céu
As votações no Conclave não são apenas procedimentos formais — são atos sagrados. Antes de cada escrutínio, os cardeais entoam o Veni Creator Spiritus, um hino ancestral que clama pela presença do Espírito Santo. É uma invocação para que a escolha não seja apenas uma vontade humana, mas uma manifestação da Vontade Maior.
Cada voto é escrito à mão, com discrição e reverência, dobrado e depositado sobre o altar. As cédulas são contadas em silêncio, e ao final de cada votação são queimadas — como oferendas que sobem aos céus. E é da queima dessas cédulas que surge o símbolo mais esperado do processo: a fumaça.
🖤🤍 A fumaça: sinal do invisível
Todos os olhos se voltam para a chaminé da Capela Sistina. Ali, sem palavras, o céu responde com sinais.
Fumaça preta: nenhum nome alcançou o número necessário de votos. O mundo continua em espera. O trono segue vazio.
Fumaça branca: o Espírito falou. Um novo papa foi escolhido.
Mas além da função prática, essas cores carregam simbolismos profundos.
A fumaça preta representa o não-tempo. A pausa necessária para que o humano se transforme em instrumento. É o escuro do casulo antes do voo. É o útero antes do nascimento. Muitos espiritualistas interpretam esse momento como o tempo da provação — o tempo em que os egos ainda se debatem, as certezas se dissolvem e a verdadeira escuta ainda não se deu.
A fumaça branca, por sua vez, é epifania. É renascimento. É como se o céu soprasse sua vontade para todos os cantos da Terra. Uma confirmação visível de uma decisão invisível. Para os que têm olhos de ver, não é apenas a fumaça que emerge — é a energia de um novo ciclo espiritual que se instala no planeta.
🕰️ Quando a indecisão é o próprio caminho
Em alguns Conclaves, a escolha acontece rapidamente. Em outros, leva dias. E há quem veja nisso incerteza, divisão ou fraqueza. Mas os olhos espirituais compreendem outra coisa: quando a fumaça branca demora, é porque o céu ainda não terminou de moldar o coração dos eleitores.
A indecisão é sagrada. É o campo fértil onde a vontade divina germina. No silêncio das longas votações, cada cardeal é confrontado não apenas com os nomes em discussão, mas com sua própria consciência. As resistências caem. As inspirações nascem. A cada rodada, algo se depura — até que reste apenas a clareza que não vem da mente, mas da alma.
É nesse espaço-tempo sutil que se forma a verdadeira escolha. Não a mais política. Não a mais estratégica. Mas a mais espiritual.
🌐 O impacto de uma escolha invisível
A eleição de um papa não é um acontecimento isolado. É um reordenamento de forças espirituais na Terra. Aquele que sobe ao trono de Pedro carrega, consigo, uma egrégora coletiva de bilhões de fiéis. Ele torna-se um ponto de irradiação energética, uma âncora de fé, um símbolo do divino agindo entre os homens.
Com cada novo papa, a Igreja muda — e com ela, o mundo. Reformas são feitas. Pontes são erguidas ou derrubadas. Palavras novas são ditas. Feridas antigas são tocadas. O espírito do tempo é decodificado, e um novo ciclo espiritual se estabelece.
Por isso, o Conclave não é apenas um rito católico. É um evento planetário de realinhamento espiritual. E a fumaça que sobe da Capela Sistina é o selo dessa transição.
🔮 O trono interior: o que o Conclave desperta em nós
Há, dentro de cada ser humano, um trono vazio. Um lugar de comando espiritual onde, muitas vezes, reina a confusão, o medo ou a repetição de padrões inconscientes. E, como no Vaticano, esse trono também precisa de um novo ocupante.
Mas antes que a fumaça branca surja em nós, é preciso entrar em clausura. Silenciar. Purificar. Recolher-se. Abandonar as vozes externas. E ouvir, de fato, o que a alma deseja dizer.
É com base nesse princípio que nasceu o Caldeirão da Libertação — um ritual espiritual profundo que convida cada participante a romper com correntes invisíveis, libertar-se de ciclos kármicos e abrir espaço para que algo novo governe seu destino.
Assim como os cardeais se recolhem para permitir que o Espírito Santo sopre sobre a Terra, o Caldeirão é uma oportunidade para que você permita que o Divino sopre sobre a sua vida. É o momento de silenciar seus conflitos internos e deixar que uma nova energia se manifeste. Não por imposição — mas por escolha. Uma escolha vibracional. Uma escolha espiritual.
A Páscoa não é apenas uma comemoração religiosa. É um marco energético profundo.
Ela representa a morte e o renascimento da alma, e o seu eco espiritual continua reverberando mesmo após o domingo sagrado.
🌕 Após a Páscoa: O Portal Invisível da Libertação Espiritual
Quando a energia coletiva se dissipa, um portal espiritual se abre para quem estiver desperto. Um chamado invisível para libertar-se: do medo, da dor, da culpa e dos padrões que nos aprisionam
Poucos percebem, mas alguns ciclos espirituais têm uma potência tão intensa que reverberam em planos sutis mesmo depois de suas datas simbólicas passarem. A Páscoa, por exemplo, não é apenas uma comemoração religiosa — é um marco energético de transformação, que reverbera como um eco entre os mundos.
Tradicionalmente, a Páscoa representa morte e ressurreição. Mas na linguagem espiritual profunda, ela simboliza algo maior: a libertação da alma dos grilhões do velho eu.
✨ O que acontece após a Páscoa?
Quando os rituais coletivos se encerram, o campo espiritual que foi alimentado por milhões de pensamentos, orações e sentimentos entra em fase de transição. É como se um grande vórtice de energia começasse a se dissipar… e ao mesmo tempo abrisse um portal energético invisível, disponível para quem estiver desperto o suficiente para percebê-lo.
Esse portal é sutil. Ele não grita, não exige. Mas chama. É um chamado silencioso para soltar. Soltar a dor. Soltar o controle. Soltar o medo. Soltar quem fomos até aqui… para renascer no caminho da alma.
🕊️ A morte do Papa e a reconfiguração da egrégora católica
Neste ano em específico, algo poderoso se somou ao pós-Páscoa: a partida do Papa. Sua morte no dia seguinte à celebração da ressurreição de Cristo é mais do que um acontecimento. É um marco espiritual profundo, que reverbera em um dos maiores sistemas egregóricos do planeta: o catolicismo.
A partida do Papa na manhã seguinte à Páscoa marca uma ruptura espiritual poderosa. A egrégora católica — uma das maiores do mundo — entra em transição. E junto com ela, sentimos em nossos corpos e almas os ajustes do plano invisível.
A transição de um líder espiritual é também a transição de uma força invisível. É como se parte da egrégora que ele ancorava se dissolvesse, permitindo que novas energias se aproximem.
Para os sensíveis, isso pode significar cansaço físico, dores de cabeça, crises emocionais e até sensações de vazio. Mas esses sintomas não são aleatórios — são ajustes espirituais.
🌌 Oportunidade para se libertar de padrões invisíveis
Esse momento raro nos convida a cortar laços com velhos sistemas egregóricos. Medo, escassez, sofrimento: tudo pode ser dissolvido se você permitir.
Quando uma egrégora muda, todos que estavam conectados a ela — mesmo inconscientemente — sentem o impacto. É um momento ideal para revisar sua conexão com o passado, com crenças que não servem mais, com contratos espirituais que precisam ser encerrados.
É o momento de dizer:
“Eu escolho libertar o que não vibra mais com minha alma.”
Mas libertar não é apenas cortar. Libertar é reconhecer, agradecer e soltar com amor.
🔮 O Caldeirão de Libertação como ritual de passagem
É nesse vácuo energético que o Caldeirão de Libertação se torna ainda mais poderoso. Não é apenas uma magia coletiva — é um ritual de transição espiritual.
Esse trabalho espiritual atua em planos profundos, limpando registros, padrões ancestrais, contratos espirituais e amarras invisíveis.
Ao colocar o seu nome (ou o nome de alguém que você ama), você está autorizando que camadas densas, antigas e invisíveis comecem a se desfazer nos planos onde a razão não alcança, mas a alma reconhece. Mesmo que essa pessoa não saiba — o bem que se faz em silêncio gera luz em dobro.
Esse trabalho atua em registros energéticos, padrões ancestrais, conexões egregóricas desatualizadas e até memórias espirituais adormecidas.
🌿 Coloque o nome de quem você ama
Você pode incluir seu nome, mas também o de familiares, amigos, parceiros ou até pessoas que estejam em sofrimento — mesmo que elas não saibam.
Esse ato silencioso é uma oferenda de amor. E quem oferece luz ao outro… é tocado por essa mesma luz.
Não há limite de nomes. E quanto mais pessoas forem envolvidas, maior é o campo de cura que se forma.
O valor é de apenas 40 reais por nome e a partir de 3 nomes, este valor cai para 35 reais cada inscrição. As inscrições vão até o dia 09/05 às 20 horas.
Aproveite este momento único na história para poder libertar-se do que te aflige.
🌑 Que o seu espírito se liberte de tudo o que não é seu. Que sua alma renasça com força, verdade e luz.
A Lua Crescente é a Lua ideal para você aumentar a prosperidade, aumentar as coisas que já tem. Sua energia é de crescimento e por isso, fazer simpatias para projetos recém iniciados ou que você pretende iniciar são sempre bem vindos.
Por isso, vou lhes passar uma simpatia simples da Lua Crescente para ajudar na prosperidade.
Este ritual é para ser feito na PRIMEIRA noite de Lua Crescente.
Você vai precisar:
Alguns grãos ou sementes (de preferência milho, arroz, sementes que são de prosperidade, abundância);
A limpeza espiritual lhe ajuda a atingir seus objetivos mais rápido!
Muitos acham que só o que precisam para melhorarem de vida é de um pouco de prosperidade ou mesmo abrir os seus caminhos.
Todavia, isto está longe da verdade. Isto porque nós pensamos só no objetivo, sem nos atentarmos para o que é necessário para atingi-lo. Pensamos micro, enquanto, na verdade devemos pensar macro.
Não há que se falar em caminhos abertos ou até abertura de prosperidade sem uma limpeza.
Isso porque sem a limpeza, as energias podem continuar a atrapalhar seus caminhos, mesmo que estejam abertos. É como se você visse a estrada e a possibilidade de chegar em sua casa, mas a estrada está cheia de árvores, pedras grandes, galhos. Isso vai tornar muito mais demorado e difícil o seu caminho.
Nós temos o costume de só pensar na abertura de caminhos e prosperidade, mas não pensamos nas dificuldades para atingi-los. Cuidando da limpeza e da proteção, esse caminho, esse objetivo se torna muito mais suave.
Mas o que nos suja energeticamente? Na verdade, estamos sempre sendo sujados pelas energias ao nosso redor. É como nossa higiene pessoal. Mesmo que não nos movimentemos, fiquemos parados, o nosso próprio corpo produz secreções que necessitam ser limpas diariamente.
No mês de setembro, somos bombardeados pela campanha Setembro Amarelo de prevenção ao suicídio.
Embora a ideia seja boa, fato é, que não é só no mês de setembro que muitos precisam de ajuda, ainda mais com os resquícios da pandemia, a prevenção ao suicídio deve ser constante.
É óbvio que saber que alguém que gostamos se foi desta maneira e muitas vezes nos faz pensar se poderíamos ter feito alguma coisa.
A pior coisa para nós é perceber que sim, poderíamos ter feito algo, embora nem sempre.
Ninguém se mata por prazer. Pessoas que recorrem ao suicídio são pessoas que há muito sofrem com isso e o sofrimento que as leva ao suicídio é tão grande, que nada mais importa. Elas realmente querem parar com a dor e veem a morte como a única saída. Não importa o que elas poderão passar do outro lado, este lado, este que elas vivem é o que está lhes trazendo um intenso sofrimento.
Não se enganem achando que os suicidas são tristes. Como ainda existe o estigma da depressão e suicídio, eles se tornam bons em esconder os sinais, justamente para evitar serem vistos com pena, como doentes.
É comum alguém que estava sempre alegre, sempre disposto a ajudar alguém, acabe por esse caminho.
Pela minha experiência de já ter lidado com muitas pessoas neste estado, mesmo durante as consultas de tarot, vemos uma culpa gigantesca da pessoa. Ela quer ser parte da sociedade, quer ajuda, mas simplesmente não tem forças ou então não vê apoio dentro da família. “Você tem emprego, você tem família, não há motivos para você ficar triste”. “Seu amigo passou por coisa pior e está bem”. “Isto é falta de Deus na sua vida”. “Isto é falta do que fazer”. Frases como essas, em vez de ajudar, acabam atrapalhando e fazendo com que as pessoas se retraiam, não procurem ajuda e acabem piorando sua situação.
Para ajudá-los, irei dispor um texto da Dra. Gabriela de Carvalho Souza, Psicóloga com CRP 04/20353, além de Especialista em Políticas Publicas, com Especialização em Psicologia Forense em Curso e Ciências Criminais em curso.
Magias abertas são magias que não dependem que você participe de um círculo mágico, esotérico, religioso ou qualquer coisa desse tipo e nem requer que você tenha iniciações e tenha estudado. Por isso mesmo, QUALQUER pessoa pode fazer essa magia.
Elas são simples, com artigos que vocês podem achar facilmente e podem dar aquele ar de alívio enquanto vocês não procuram alguém especializado para lhes ajudar.
Usando um exemplo esdrúxulo (que vocês sabem que amo porque são os que geralmente são gravados), é como se você sofresse um corte profundo e aplicasse pressão no ferimento. Isso vai evitar que você sofra uma hemorragia que pode lhe matar, mas vai precisar do médico para dar pontos ou ajudar em algo mais.
Já falamos um pouco sobre Egrégoras. Agora vamos falar sobre as relações delas com nossa vida e como elas nos afetam antes de falarmos como podemos criar nossa própria Egrégora.
Existem Egrégoras “mais poderosas”?
Utilizar o termo “mais poderosa” não seria adequado.